quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Manifesto

O nome é batido.

A idéia também.

Mas a intenção é pura, seu moço.

A gente podia estar roubando, podia estar matando, podia estar estudando pra próxima prova de Cálculo III, ou ouvindo dolorosamente o pagode do vizinho.

Mas a gente só quer se reunir com pessoas interessantes engraçadas cantêras desenhantes jogantes, brinqueiras, assim, um pouco, talvez um tanto excêntricas... e ter umas horinhas de vida diferentes.

A proposta: pessoas. Idéias. Partilhas. Alimentos para a parte mais sensível/ artística/ criativa do corpo e da alma e do cérebro.
Juntar-se para ler textos interessantes.
Ou jogar algo.
Ou cantar um pouco, mesmo que desafinado.
Ou visitar algum lugar pela cidade.
Ou desenhar.
Ou ganhar massagem.
Ou aprender e jogar xadrez.

Ou fazer-sessões-de-fotos-daquelas-que-você-junta-e-dão-um-filmezinho.
Ou assistir filmes.
Ou provar comidas, cheiros, texturas diferentes.
Ou provar músicas e estilos novos.
Ou viajar por aí.
(Que na realidade já é tudo isso.)

Amigos possibilitam à mente oxigênio...

A idéia do centro de cultura é reunir os amigos com propósitos oxigenantes.
Sem tanta burocracia quanto parece aqui, porque senão enjaula as idéias.
Sem muita "promiscuidade", no início, para não perder os ideais...

Com a idéia de se proporcionar coisas boas, de ser independente de haver ou não algo de bom por aí. Com a idéia de se arrepiar, de ficar com água na boca, de ter discussões inflamadas, ficar apenas calado ouvindo, chorar.

Bato à porta dos que sei que podem ouvir, e vivem chamando, mas não respondo.

Ainda tem algum amigo arteiro aí?

Um comentário:

João Pucci disse...

Pô, velho, eu gosto de vários desses itens aí...