domingo, 13 de janeiro de 2008

( . tocando pelas beiradas . )


É ano novo que vem chegando..

Entrei em 2008 ao som do “Cacique do Candeal”, lá na Barra. Um bom show, simpático e dançante. Gostei. Porém uma coisa não é novidade pra ninguém: as violentas e numerosas críticas que o coitado do Carlinhos Brown sofre..
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Tudo isso não é à toa: a sua imagem, assim como suas músicas são, digamos, bem diferentes (e/ou irreverente). bom, em meio a tantas opiniões contrastantes eu tento não vacilar: digo que acho o “cacique”, e todo o fuzuê, válidos.
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Vale ressaltar que não o conheço pessoalmente, não sou uma fããã, e nem tão pouco uma profunda conhecedora do seu trabalho. gosto do estilo, gosto das polêmicas ligadas à crítica social (não tão vazias, como muitos pensam), e principalmente gosto do seu trabalho como “agitador cultural” na Bahia, esse lado super massa dele, e que a maioria dos baianos só ouve falar. Poxa, uma escola profissionalizante de música (a pracatum), um museu do ritmo, estúdios excelentes, enfim, não dá pra negar: coisas legais pra caramba! E tudo isso aqui em Salvador mesmo..
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Musicalmente acho que a Timbalada tem um “tchan” a mais em comparação com o que rola no carnaval. Já na carreira solo, o disco Carlito Marrón (2003) me chamou bastante atenção. É muito bom. Concordo quando dizem que as letras e rimas são um pouco “pobres” (termo ruim esse). É.. do pouco que posso falar sobre música (no/do) Brasil, achei uma mistura interessante, ritmo bem bom, execução ótima (obviamente), e salsa! Salsa, ritmos ‘latinos’, como não gostar?! Pode ser pra gringo ouvir, achar exótico e comprar.. sim! Pode mesmo! E por que não?! O disco é bom. E olha que eu não sou gringa, mas gostei e até recomendaria…
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Uma faixa em especial me chamou muito a atenção: “Tavalera”. Acho que
Carlinhos Brown compõe hits pops dançantes como ninguém! Possui alguns bons sucessos gravados por artistas consagrados, como Daniela Mercury e Marisa Monte. Mas sei lá, essa música é diferente, diferente mesmo dentre as outras canções do disco, belíssima. De uma sensibilidade a mais.
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É, ano novo começando galera..
Aqui estarei tocando a música pelas beiradas, e tentando não me queimar (por enquanto). ;)





terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Chapeleira Maluca

Eis então que me descubro chapelando...

Coisas manuais são legais.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Programinha

Osba abre temporada do Domingo no TCA em novo horário

Considerada um projeto de sucesso absoluto em 2007, o Domingo no TCA abre a temporada deste ano em novo horário – 11h - com a Orquestra Sinfônica da Bahia executando músicas que fizeram sucesso no cinema. O concerto, com regência de Erick Vasconcelos, reunirá composições de nomes consagrados como John Williams, Ennio Morricone, Henry Mancini, o brasileiro Luiz Bonfá, entre outros, que compuseram as trilhas de filmes como Guerra nas Estrelas, A Noviça Rebelde, A Pantera Cor de Rosa, O Mágico de Oz, Orfeu Negro, Missão Impossível, New York, New York, Os 10 Mandamentos, Cinema Paradiso, Caçadores da Arca Perdida, A Missão e Jornada nas Estrelas.

A apresentação será no dia 6, na Sala Principal do Teatro Castro Alves. Os ingressos (inteira) custam R$ 1,00 e serão vendidos individualmente no dia da apresentação, a partir das 8h, e com acesso imediato do público. O projeto é uma realização da Secretaria de Cultura do Estado, Fundação Cultural e do TCA, com o objetivo de proporcionar à comunidade baiana, espetáculos de dança, música e teatro de qualidade com ingressos a preços simbólicos.

Com dez edições realizadas no ano passado, o projeto reuniu mais de 12 mil pessoas para assistir espetáculos de qualidade e de diversos gêneros ao preço de um real, sempre nas manhãs de domingo, às 10h. Grande parte desse público foi ao TCA pela primeira vez. Um domingo por mês o teatro abre suas portas, com os ingressos vendidos em um sistema especial criado pelo teatro no sistema de compra imediata, evitando a ação de cambistas.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007


categoria viagens
floripa, terra dos barriga(s) verde(s)
ilha continente ponte e muito verde.
;)

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Manifesto

O nome é batido.

A idéia também.

Mas a intenção é pura, seu moço.

A gente podia estar roubando, podia estar matando, podia estar estudando pra próxima prova de Cálculo III, ou ouvindo dolorosamente o pagode do vizinho.

Mas a gente só quer se reunir com pessoas interessantes engraçadas cantêras desenhantes jogantes, brinqueiras, assim, um pouco, talvez um tanto excêntricas... e ter umas horinhas de vida diferentes.

A proposta: pessoas. Idéias. Partilhas. Alimentos para a parte mais sensível/ artística/ criativa do corpo e da alma e do cérebro.
Juntar-se para ler textos interessantes.
Ou jogar algo.
Ou cantar um pouco, mesmo que desafinado.
Ou visitar algum lugar pela cidade.
Ou desenhar.
Ou ganhar massagem.
Ou aprender e jogar xadrez.

Ou fazer-sessões-de-fotos-daquelas-que-você-junta-e-dão-um-filmezinho.
Ou assistir filmes.
Ou provar comidas, cheiros, texturas diferentes.
Ou provar músicas e estilos novos.
Ou viajar por aí.
(Que na realidade já é tudo isso.)

Amigos possibilitam à mente oxigênio...

A idéia do centro de cultura é reunir os amigos com propósitos oxigenantes.
Sem tanta burocracia quanto parece aqui, porque senão enjaula as idéias.
Sem muita "promiscuidade", no início, para não perder os ideais...

Com a idéia de se proporcionar coisas boas, de ser independente de haver ou não algo de bom por aí. Com a idéia de se arrepiar, de ficar com água na boca, de ter discussões inflamadas, ficar apenas calado ouvindo, chorar.

Bato à porta dos que sei que podem ouvir, e vivem chamando, mas não respondo.

Ainda tem algum amigo arteiro aí?